Posts

Conjuntivite: leve essa doença a sério

A conjuntivite é uma doença que precisa ser levada bastante a sério. Ela é caracterizada pela inflamação da área conjuntiva, uma membrana transparente que cobre a parte anterior do globo ocular e a parte interna das pálpebras. As causas podem ser tanto alergicas, bacterianas e virais.

A viral costuma ser bastante contagiosa e é bem comum no verão, mas não é grave, apesar de provocar incômodos. Por isso, são indicados alguns cuidados para que ela não se transforme em epidemia. Confira abaixo mais informações sobre essa doença.

Causas

Como já foi mencionado, as causas podem ser: alérgicas, bacterianas ou virais.

Por exemplo, não lavar as mãos e coçar os olhos pode parecer um simples ato, mas pode resultar em coceira, inchaço e muita irritação no olho. Logo, com esses sintomas, é certeiro que a pessoa pegou a doença.

Nunca saberemos se os ambientes pelos quais passamos também foram frequentados por pessoas contaminadas. Geralmente, os vetores de transmissão da doença são ambientes fechados e muitas aglomerações. Se uma pessoa frequenta o transporte público, isso já é suficiente para que o vírus se propague.

Tratamento

É importante ressaltar que realizar um tratamento inadequado ou nem realizá-lo pode acarretar complicações bem sérias, podendo levar até a perda de visão. No caso da conjuntivite viral, por exemplo, não existe um tratamento específico. Sendo assim, o indicado é:

  • Fazer compressas com soro fisiológico ou água filtrada. Utilize sempre gazes, algodão ou produtos descartáveis para cada novo procedimento. Jamais utilize toalhas ou panos.
  • Não coçar a área afetada e evitar colocar as mãos nos olhos.
  • Não usar chás caseiros, colírio ou água boricada.
  • Lavar as mãos com frequência.
  • Evitar a exposição a agentes irritantes (fumaça e pólen, por exemplo).
  • Não usar lentes de contato.
  • Não compartilhar toalhas, travesseiros, lençóis e demais objetos de uso pessoal de quem apresenta essa doença.
  • Evitar piscinas.

É importante que haja o acompanhamento de um oftalmologista para um diagnóstico preciso e um tratamento adequado. Essa doença vai além desses cuidados e só devem ser usados colírios e antibióticos prescritos pelo profissional de saúde.

Além disso, é importante destacar novamente que o tratamento inadequado ou a ausência dele pode acarretar complicações que podem levar à perda da visão. Por isso, é fundamental o acompanhamento médico, nada podendo ser feito em casa. Logo, acima de tudo, a visita ao médico é que pode dar um diagnóstico concreto. A pessoa não pode se automedicar.

Prevenção

  • Não coçar os olhos sem antes ter lavado as mãos.
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal com pessoas contaminadas.
  • Não utilizar maquiagem de outras pessoas e nem emprestar as suas.
  • Não compartilhar toalhas de rosto.
  • Lavar as mãos com frequência e evitar colocá-las nos olhos.
  • Quando for nadar, utilizar óculos de mergulho ou, caso você trabalhe com produtos químicos, utilizar óculos de proteção.
  • Evitar nadar em piscinas sem cloro ou em lagos e lagoas.

Tipos da doença

Os tipos de conjuntivite são:

  • Viral: esse é o tipo mais comum. Inclusive, é responsável por surtos esporádicos dessa doença. Ela é perigosa e altamente contagiosa, causando fotofobia e sensação de corpo estranho.
  • Bacteriana: esse tipo apresenta uma duração mais curta se for tratado de forma correta. Normalmente, os olhos ficam vermelhos e a transmissão acontece pelo contato manual e pela contaminação de objetos.
  • Alérgica: esse tipo não é contagioso, mas coça bastante. Os sintomas clássicos são vermelhidão, coceira, inchaço e olhos lacrimejantes.

Agora você já sabe quais são as causas, o tratamento, a prevenção e os tipos de conjuntivite. Para saber mais sobre esse assunto, siga nossas redes sociais e fique por dentro de nossos conteúdos e novidades em primeira mão.

Doenças do aparelho digestivo: como prevenir as mais comuns

Assim como os demais sistemas do organismo, o aparelho digestivo apresenta funções bastante importantes como, por exemplo, regular os líquidos, nutrientes e excessos que serão “jogados” para fora do organismo. No entanto, existem muitas doenças do aparelho digestivo que, inclusive, fazem parte das maiores taxas de mortalidade do Brasil.

Felizmente, hoje a medicina tem como grande trunfo a prevenção. Além de novos métodos e diagnósticos estarem sendo descobertos, fazendo com que as doenças sejam curadas já em estágios iniciais, é importante mudar alguns hábitos, pois eles estão diretamente ligados ao sistema digestório.

Para saber quais são essas doenças e como preveni-las, confira abaixo uma lista das mais comuns. Dessa forma, fica muito fácil cuidar do seu corpo e da sua saúde.

Dispepsia

Esse termo médico se refere à dificuldade de digestão. Logo, a pessoa possui dor ou mal-estar no abdômen superior, podendo ser tanto de forma crônica quanto recorrente. Além disso, ela tem sensação de enfartamento.

Para prevenir essa doença, são indicadas medidas simples como, por exemplo, mudanças nos hábitos alimentares e na vida: é indicado ter uma alimentação saudável e realizar exames como endoscopia para ver qual é o diagnóstico. Por isso, é imprescindível conversar com o médico para saber como proceder.

Síndrome do intestino irritável

Ela é popularmente conhecida como “colite nervosa”, “colón irritável” ou “doença funcional do intestino”. Nesses casos, o intestino é mais sensível. Logo, ele reage mais intensamente a estímulos habituais como, por exemplo, estresse e alimentação. Isso pode causar alterações no movimento intestinal que, consequentemente, modifica a forma, a frequência e a consistência das fezes.

Para prevenir essa doença, é importante praticar exercícios, melhorar os hábitos de sono, fazer mudanças na dieta, beber bastante líquido e se alimentar regularmente. Caso seja necessário a ingestão de algum remédio, recomenda-se procurar um médico para que ele receite o mais indicado.

Azia

A azia é uma sensação de queimadura na parte de trás do peito. Às vezes, ela sobe até o pescoço e a garganta.

Para prevenir e controlar essa doença, basta evitar alimentos que favorecem essa “queimação”: café, chá, bebidas alcoólicas, bebidas gaseificadas, chocolate e refeições pesadas como, por exemplo, com muita gordura. Além disso, é indicado evitar ir para a cama antes do esvaziamento gástrico (cerca de três horas). Parar de fumar também é fundamental para prevenir essa doença do aparelho digestivo.

Gastrite

A gastrite é uma inflamação na mucosa do estômago. Em casos mais graves, podem até evoluir para úlceras. No entanto, se for controlada com medicamentos leves e reeducação alimentar, dura pouco tempo.

Além disso, é importante evitar o consumo de bebidas alcoólicas, alimentos ácidos e tabagismo. Essas são as principais causas da doença.

Úlcera péptica

A úlcera nada mais é do que uma erosão que ocorre nos tecidos que revestem o estômago. Se não for bem tratada, pode gerar complicações como perfuração ou sangramentos.

Logo, o tratamento inclui medicamentos específicos receitados pelo médico e uma alimentação com o mínimo possível de ácidos.

É extremamente importante ressaltar que, além dessas dicas de prevenção, deve ser realizada uma consulta com o gastroenterologista (médico especialista no aparelho digestivo) quando esses problemas surgirem. Afinal, nada pode ser feito (dicas e medicação) sem o acompanhamento médico e apenas ele poderá dar um diagnóstico preciso. Então, nunca se automedique.

Essas são algumas das doenças do aparelho digestivo. Se as dicas preventivas forem usadas com a consulta ao médico, as chances de desenvolvê-las são mínimas. Gostou dessa matéria? Então, deixe o seu comentário abaixo.

Obesidade: Prevenção e tratamento

Ao longo das últimas semanas aqui no blog, abordamos a obesidade sob diversos espectros. Começamos com o que é a obesidade, deixando claro que ela ocorre quando se consome muito mais energia do que se gasta. Nosso segundo texto deu continuidade no tema ao mostrar a obesidade no mundo, e como o estilo de vida atual vem levando pessoas de vários países a desenvolverem a obesidade. A última publicação já tratava sobre a obesidade e doenças relacionadas, mostrando que ser obeso pode levar a diversas condições perigosas de saúde.

Agora, chegou o momento de abordarmos como prevenir-se da doença e o que deve ser feito caso você venha a desenvolvê-la ou já a tenha desenvolvido.

Prevenção

A melhor forma de prevenir a obesidade é manter hábitos que garantam que você gaste mais energia do que consome. A primeira regra, portanto, é praticar atividades físicas regularmente. É importante encontrar um exercício que lhe seja de fato prazeroso, sendo um estímulo para a sua prática.

O restante se refere a alimentação. Alimentos pouco saudáveis e muito calóricos não devem fazer parte da sua rotina diária. Se a sua saúde bem permitir, esse tipo de alimento deve ser consumido com moderação em ocasiões espaçadas. Em contrapartida, alimentos naturais, especialmente os ricos em fibras, devem ser consumidos diariamente.

De qualquer maneira, é importante evitar excessos. Isso significa não ficar muito tempo sem comer para não fazer refeições exageradas, mas comer somente quando sentir fome, evitando a gula. Com frequência ao longo do dia, somente água,     que mantém o bom funcionamento do corpo.

Tratamento

A melhor forma de tratar a obesidade é com paciência. Dietas extremas podem ter um resultado rápido, mas o ganho de peso depois vem tão rapidamente quando a perda. Portanto, a reeducação alimentar gradual é a melhor solução.

No início, pode ser um pouco decepcionante, uma vez que dificilmente a perda chegará aos 5kg por mês. Mas os resultados vão ficando cada vez mais aparentes, enquanto seu corpo vai se acostumando com a novas formas de metabolizar sua energia, fazendo com que seja mais difícil voltar a ser obeso.

Traçar objetivos possíveis semanais ajuda muito nesse processo. Por exemplo, nessa semana você tem que aumentar o consumo de frutas em uma quantidade x, enquanto reduz a quantidade de chocolate ingerida. Enquanto isso, você vai descobrindo o seu gosto, passando a comer alimentos mais saudáveis que agradam o seu paladar.

A prática de exercícios físicos, obviamente, não pode ficar de lado. Da mesma maneira, no início não pode haver a ambição de passar horas correndo ou na academia. O importante é inserir a prática na sua rotina e ir aumentando a intensidade com o tempo. Uma ótima maneira para não desistir do treino é encontrar um amigo ou mais que pratiquem com você, para um estimular o outro a não faltar e para tornar a atividade mais divertida e agradável.

Casos mais severos

Pessoas que já estão em estágios mais preocupantes de saúde por conta da obesidade podem recorrer a outros tratamentos para perderem peso mais rapidamente. Remédios são usados para reduzir apetite e para acelerar o metabolismo, mas só podem ser usados com acompanhamento atento de um profissional, uma vez que existem vários efeitos colaterais.

Há, ainda, as cirurgias, como a famosa Bariátrica. Cirurgias para perda de peso são extremamente invasivas e requerem muita preparação para realizá-la, bem como requerem cuidados após o procedimento. Por conta disso, são indicadas somente para quem realmente precisa perder muito peso com urgência.

Seja por remédios ou por uma cirurgia, a reeducação alimentar e a prática regular de exercícios físicos são extremamente necessárias. Sem esse tratamento, é possível que a pessoa retome todo seu peso e volte a ser obeso, mesmo em casos de cirurgia. No entanto, mesmo não voltando completamente, manter hábitos antigos que levaram à obesidade é prejudicial à saúde.

Obesidade: Prevenção e tratamento

Ao longo das últimas semanas aqui no blog, abordamos a obesidade sob diversos espectros. Começamos com o que é a obesidade, deixando claro que ela ocorre quando se consome muito mais energia do que se gasta. Nosso segundo texto deu continuidade no tema ao mostrar a obesidade no mundo, e como o estilo de vida atual vem levando pessoas de vários países a desenvolverem a obesidade. A última publicação já tratava sobre a obesidade e doenças relacionadas, mostrando que ser obeso pode levar a diversas condições perigosas de saúde.

Agora, chegou o momento de abordarmos como prevenir-se da doença e o que deve ser feito caso você venha a desenvolvê-la ou já a tenha desenvolvido.

Prevenção

A melhor forma de prevenir a obesidade é manter hábitos que garantam que você gaste mais energia do que consome. A primeira regra, portanto, é praticar atividades físicas regularmente. É importante encontrar um exercício que lhe seja de fato prazeroso, sendo um estímulo para a sua prática.

O restante se refere a alimentação. Alimentos pouco saudáveis e muito calóricos não devem fazer parte da sua rotina diária. Se a sua saúde bem permitir, esse tipo de alimento deve ser consumido com moderação em ocasiões espaçadas. Em contrapartida, alimentos naturais, especialmente os ricos em fibras, devem ser consumidos diariamente.

De qualquer maneira, é importante evitar excessos. Isso significa não ficar muito tempo sem comer para não fazer refeições exageradas, mas comer somente quando sentir fome, evitando a gula. Com frequência ao longo do dia, somente água,     que mantém o bom funcionamento do corpo.

Tratamento

A melhor forma de tratar a obesidade é com paciência. Dietas extremas podem ter um resultado rápido, mas o ganho de peso depois vem tão rapidamente quando a perda. Portanto, a reeducação alimentar gradual é a melhor solução.

No início, pode ser um pouco decepcionante, uma vez que dificilmente a perda chegará aos 5kg por mês. Mas os resultados vão ficando cada vez mais aparentes, enquanto seu corpo vai se acostumando com a novas formas de metabolizar sua energia, fazendo com que seja mais difícil voltar a ser obeso.

Traçar objetivos possíveis semanais ajuda muito nesse processo. Por exemplo, nessa semana você tem que aumentar o consumo de frutas em uma quantidade x, enquanto reduz a quantidade de chocolate ingerida. Enquanto isso, você vai descobrindo o seu gosto, passando a comer alimentos mais saudáveis que agradam o seu paladar.

A prática de exercícios físicos, obviamente, não pode ficar de lado. Da mesma maneira, no início não pode haver a ambição de passar horas correndo ou na academia. O importante é inserir a prática na sua rotina e ir aumentando a intensidade com o tempo. Uma ótima maneira para não desistir do treino é encontrar um amigo ou mais que pratiquem com você, para um estimular o outro a não faltar e para tornar a atividade mais divertida e agradável.

Casos mais severos

Pessoas que já estão em estágios mais preocupantes de saúde por conta da obesidade podem recorrer a outros tratamentos para perderem peso mais rapidamente. Remédios são usados para reduzir apetite e para acelerar o metabolismo, mas só podem ser usados com acompanhamento atento de um profissional, uma vez que existem vários efeitos colaterais.

Há, ainda, as cirurgias, como a famosa Bariátrica. Cirurgias para perda de peso são extremamente invasivas e requerem muita preparação para realizá-la, bem como requerem cuidados após o procedimento. Por conta disso, são indicadas somente para quem realmente precisa perder muito peso com urgência.

Seja por remédios ou por uma cirurgia, a reeducação alimentar e a prática regular de exercícios físicos são extremamente necessárias. Sem esse tratamento, é possível que a pessoa retome todo seu peso e volte a ser obeso, mesmo em casos de cirurgia. No entanto, mesmo não voltando completamente, manter hábitos antigos que levaram à obesidade é prejudicial à saúde.