Futebol e saúde: esporte nacional pode ser mais do que diversão

Hoje, no dia 19 de julho, é comemorado em todo país o Dia Nacional do Futebol. A primeira celebração ocorreu em 1976, tendo sido promovida pela então Confederação Brasileira de Desportos (CBD), o equivalente à atual Confederação Brasileira de Futebol, ou simplesmente CBF. O dia 19 de julho foi escolhido porque nessa data em 1900 foi fundado o time mais antigo do país em atividade, o Sport Club Rio Grande, do Rio Grande do Sul.

Em mais de um século de futebol no Brasil, o esporte virou mania nacional e atrai novos adeptos todos os anos. Não somente a modalidade masculina é a mais acompanhada no país, como é também a mais praticada, seja por crianças, amadores ou profissionais. Quando bem praticado, o futebol não somente é uma ótima maneira de se divertir e de se distrair, como também ajuda a manter o corpo saudável.

Benefícios para a saúde

O primeiro, e talvez mais óbvio, benefício para a saúde que a prática de futebol proporciona é a manutenção do peso. O excesso de peso é a causa de diversas complicações de saúde, sendo o causador ou agravante de condições como hipertensão, depressão, diabetes, colesterol elevado, infertilidade, câncer, apneia, lesão na lombar, entre outros, como explicamos no texto Obesidade e doenças relacionadas. Sendo um esporte que exige corrida e o uso de vários músculos do corpo, o futebol ajuda na queima de gordura, proporcionando uma perda saudável de seu acúmulo no corpo.

Também por conta dos exercícios aeróbicos que fazem parte de uma partida de futebol, outro benefício importante do esporte é a melhora na resistência cardiovascular e do sistema respiratório. Pessoas que sofrem com problemas cardiovasculares podem encontrar no futebol uma solução lúdica e divertida para estimular melhor a circulação de sangue pelo corpo, além de manter o coração mais estável e saudável.

Músculos e ossos também se fortalecem com a prática regular de futebol. Músculos da perna são os que são mais exercitados, mas exercícios de preparação para o jogo dão conta de movimentar diversos músculos do corpo, deixando-os mais resistentes e, quando praticados com muita frequência, tonificando-os. Já os ossos apresentam um bom aumento de sua densidade, em especial quando a prática do esporte é acompanhada de uma alimentação que prioriza uma alimentação rica em nutrientes como cálcio.

Além de ajudar muito na saúde do corpo, o futebol também traz bons benefícios para a mente. Sendo um esporte que gasta muita energia, ele permite que estresses e ansiedades do dia a dia não fiquem presos em nossas preocupações e sejam extravazados pelo esforço físico. E como toda atividade que envolve o corpo, a produção de serotonina – substância responsável por bem estar e felicidade – é estimulada.

É precisa lembrar que para fazer uma boa prática de futebol, ou de qualquer outro esporte, é preciso tomar uma série de cuidados. Alongamentos, aquecimentos, roupas adequadas e alimentação são somente algumas deles. Pessoas com quadros específicos de saúde, em especial relacionados ao coração, devem tomar cuidado especial também. Por isso, não deixe de se consultar com um especialista antes de dar início aos treinos.

Estética masculina: conheça os cuidados

O cuidado com a estética ainda é visto por muitos homens como algo desnecessário. Em um país em que ser vaidoso e cuidadoso são características que, aparentemente, podem ser atribuídas somente a mulheres, a estética masculina é vista ainda com muito preconceito. Submeter-se a tratamentos estéticos ainda faz parte da realidade de pouquíssimos brasileiros, mesmo que recentemente esse mercado tenha visto um número maior de homens procurando cuidados antes considerados estritamente femininos.

A mudança está ocorrendo, pouco a pouco, na mentalidade dos brasileiros. Já existem alguns homens que entendem que o cuidado com a estética vai além de uma mera vaidade, sendo, também, um cuidado da saúde e do bem-estar. No final das contas, ser vaidoso é ter coragem de cuidar de si mesmo e, no caso dos homens, de vencer a barreira do preconceito.

Um corpo bem cuidado é um corpo sadio. Os tratamentos disponíveis hoje no mercado, os quais serão apresentados a seguir (ao menos alguns deles), cumprem com esse objetivo, oferecendo os cuidados estéticos específicos e necessários para que os homens se sintam plenamente satisfeitos com o aspecto físico, sem deixar de lado o cuidado com a saúde.

Conheça os procedimentos de estética masculina:

Limpeza de pele

Esse procedimento não esconde muitos segredos, seu objetivo é simples: fazer uma limpeza completa da pele do rosto. Esse tratamento costuma ser indicado para pessoas que desejam eliminar cravos (sejam eles os chamados de abertos, identificados por pontos pretos, ou os fechados, identificados por pontos brancos), miliuns (que são pequenos cistos de queratina que se acumulam ao redor dos olhos) e acne. Além disso, a limpeza promove a remoção de células mortas da pele (que se acumulam na superfície do rosto), ajudando a manter a pele mais saudável, além de mais macia e suave ao toque.

Normalmente, uma boa limpeza de pele demora cerca de uma hora e meia. Para a limpeza ser feita de forma completa, o profissional precisa seguir alguns passos. O primeiro deles é a higienização da pele, tirando impurezas e oleosidade. Depois, a pele é esfoliada com um creme de efeito abrasivo, que facilita a extração de cravos, mas não machuca a pele. Depois, são abertos os poros da pele para finalmente serem completamente limpos. Depois de todo esse processo, inicia-se a finalização, para relaxar a pele e fechar os poros, que já foram limpos.

Terapia capilar

Com o objetivo de cuidar dos cabelos bem como do couro cabeludo, a terapia capilar foca em devolver e manter a saúde dessa região do corpo, garantindo um aspecto mais agradável. Químicas, poluição e ações metabólicas agem sobre nossos cabelos e couro cabeludo diariamente, podendo causar queda de cabelo, caspa e doenças como a seborreia.

Para dar início ao tratamento, primeiro é feito um exame atento e minucioso dos fios e do couro, a fim de descobrir quais são seus problemas e deficiências. Após isso, é determinado o tipo específico de tratamento, com o auxílio dos produtos adequados, que será feito durante algumas sessões.

Drenagem linfática

Essa técnica de terapia corporal, feita através de um tipo de massagem, ganhou notoriedade por ser uma opção de tratamento para a celulite. No entanto, sua ação vai muito além desse único resultado. Ao estimular o sistema linfático (um sistema composto por vários vasos ao longo do corpo, similares às veias, e responsáveis por transportar um líquido conhecido como linfa), não somente o corpo experimenta um relaxamento, como a massagem proporciona redução na retenção de líquidos e ativação da circulação sanguínea.

Esses e outros tratamentos são oferecidos pela Clínica Vivere Sanus. Caso esteja com vontade de deixar o preconceito de lado e começar a ter contato com os benefícios dos cuidados estéticos, entre em contato conosco.

Vasectomia: tire suas dúvidas e conheça os benefícios

A vasectomia é um dos métodos contraceptivos mais efetivos que existe. Isso porque o procedimento faz com que o homem não tenha mais nenhum espermatozoide na ejaculação. Em outras palavras, o homem torna-se estéril após submeter-se a vasectomia. A cirurgia é muito procurada por homens que já tem filhos e não querem ter mais nenhum filho biológico, mas pode ser feita por também por quem nunca teve filhos.

A cirurgia

Hoje em dia, a cirurgia é feita com quase nenhum incômodo ao paciente. Rápida e simples, ela requer somente uma anestesia local, que pode ser aplicada por um spray com alta pressão, dispensando o uso de agulhas. Em seguida, com uma pinça especial, o canal deferente (vaso condutor que leva os espermatozoides para serem expelidos durante a ejaculação) é cortado para depois ser clipado com um clip de titânio.

Sem necessidade de pontos, nem mesmo na pele escrotal, a recuperação é rápida e leva a poucos dias de sensibilidade um pouco elevada. As possíveis complicações são mínimas, ficando restritas, quando ocorrem, a hematomas e a raras inflamações, facilmente de serem tratadas. É pedido, no entanto, repouso sexual de somente sete dias, considerando que é preciso fazer um espermograma (exame para medir a contagem de espermatozoides) após 60 dias para avaliar a efetividade do procedimento.

Existe, também, uma cirurgia para reverter a vasectomia. Essa cirurgia, porém, não é tão simples. A anestesia já não é mais só local e é preciso usar instrumentos mais precisos, uma vez que é necessário religar o ducto deferente. No entanto, a chance de sucesso dessa cirurgia pode ser baixa. Ela é indicada somente para homens que fizeram a vasectomia há dois anos ou menos. Após mais tempo do que isso, o corpo pode já não aceitar tão bem as células dos espermatozoides, que começam a ser percebidas como corpos estranhos, podendo ser atacados pelo sistema imunológico do paciente.

Consequências da vasectomia

A única consequência da vasectomia é a remoção dos espermatozoides durante a ejaculação, que não têm mais como sair dos testículos após o corte feito no ducto deferente. Isso não significa, porém, que homens que submetem-se a vasectomia não ejaculam mais, uma vez que os espermatozoides não correspondem a nem 2% do líquido total do esperma.

O prazer também não é afetado. Não existe nenhum tipo de redução de sensibilidade, não havendo comprometimento nem durante o ato sexual nem durante a ejaculação. Isso porque o corte do ducto deferente não compromete nenhuma terminação nervosa do saco escrotal nem do pênis, assim como não reduz a capacidade do organismo de produzir testosterona.

Da mesma maneira, não há comprometimento na potência sexual masculina. Muitos homens pensam que a vasectomia pode ser um risco de impotência. No entanto, não existe nenhuma relação entre a cirurgia e a capacidade do pênis de manter-se ereto. Como explicamos no post Diabetes é uma das causas possíveis da disfunção erétil, a capacidade de ereção está mais relacionada à circulação do que a outros fatores.

Considere a vasectomia

Extremamente simples e eficiente, a vasectomia costuma ser o melhor método contraceptivo, muito indicado para casais e solteiros. Apesar de muitos temores e dúvidas, é uma solução muito recomendada pelos médicos. Caso queria saber mais, agende uma consulta na Clínica Vivere Sanus.

O que pode causar redução do desejo sexual?

Quando entramos na puberdade e passamos por mudanças hormonais, começamos a desenvolver a libido, o desejo sexual, natural dos seres humanos. Ao longo da vida, no entanto, é normal que haja momentos de muito desejo sexual, enquanto há outros em que há uma grande queda na libido, tanto de homens como de mulheres.

Com o passar dos anos, a redução nos níveis hormonais e outras alterações no corpo fazem com que o desejo sexual, quase sempre, passe por uma redução, após atingir seu ápice na juventude. Contudo, outros fatores podem afetar o organismo e provocar reduções na libido, o que é percebido como um problema para muitos pacientes. Excesso de peso, hábitos diários e substâncias podem provocar essas alterações, como podemos ver a seguir:

Stress

O stress é um dos grandes inimigos da libido. Num mundo em que muito se trabalha e pouco se aproveita, os níveis de stress da população estão cada vez mais altos e, uma de suas várias consequências negativas é a queda do desejo sexual. A sociedade japonesa, por exemplo, já vê a grande quantidade de stress como uma das causas do envelhecimento da sua população, já que mais stress gera menor procura por sexo, o que contribui para a redução da taxa de natalidade.

Falta de sono e cansaço

Faz parte, também, da atual rotina acelerada que vivemos colocar seus limites à prova, o que resulta em pessoas que não dormem a quantidade de horas suficiente. A privação de sono, porém, nada de bom traz para o organismo, chegando a reduzir os níveis de testosterona nos homens, que é um importante hormônio sexual.

Transtornos psíquicos

A depressão e transtornos de ansiedade são duas das principais causas mentais para uma libido reduzida. Perturbações mentais como essas não só podem causar disfunção erétil nos homens, como podem acabar completamente, ainda que temporariamente, o desejo sexual, mesmo sem haver qualquer tipo de alteração em um hormônio sexual.

Drogas recreativas

Álcool e cigarro, quando consumidos com frequência, podem ter sérias consequências para a vida sexual de seus usuários. Problemas de circulação causados por seu consumo podem levar à disfunção erétil e podem até dificultar que se atinja o orgasmo. Drogas ilícitas também podem afetar o desejo sexual ou mesmo prejudicar o desempenho durante o ato sexual.

Medicamentos

Assim como qualquer outra droga, medicamentos que afetam o sistema nervoso ou o sistema circulatório do paciente podem causar impactos negativos na libido do paciente. Por conta desse e de outros motivos, é extremamente importante que os medicamentos sejam sempre ministrados com acompanhamento médico, reportando ao profissional possíveis efeitos colaterais causados pelos remédios.

Excesso de peso

Pessoas com sobrepeso ou que são obesas estão mais sujeitas a problemas com seu apetite sexual. Um motivo é ligado à saúde do corpo, já que o excesso de peso pode estar estritamente vinculado a problemas circulatórios ou hormonais. O outro motivo é no nível psíquico, já que por grande pressão social e preconceito sofrido, gordos passam por problemas de aceitação e autoestima, o que pode fazer com que bloqueiem seus desejos sexuais.

Os 5 tipos mais comuns de alergia que existem

Em nosso último post, explicamos o que são alergias e como elas ocorrem. Hoje, trazemos os cinco tipos de alergia mais comuns no mundo divididos em suas categorias. Se você suspeita que tenha alguma dessas alergias, procure ajuda médica o quanto antes para evitar problemas futuros.

Alergias respiratórias

Poeira, ácaro, mofo e pólens atingem diretamente as vias respiratórias, sendo alguns dos inimigos de quem sofre, por exemplo, de rinite alérgica. Cidades com ares muito poluídos, períodos de primavera, casas com tapetes ou cobertores velhos não muito cuidados, todos esses são fatores que podem desencadear uma reação alérgica respiratória. Espirros e coceiras são comuns, assim como coriza, que pode ser um grande incômodo quando muito intensa. Atenção especial pode ser necessária caso o paciente tenha asma e, também, durante o período de outono/inverno, quando doenças infecciosas, como a gripe, podem se aproveitar da queda na resistência do corpo por conta do processo alérgico.

Alergias de pele

Peles alérgicas costumam ser mais sensíveis e não reagem bem a temperaturas intensas (muito frio ou muito calor), podem se incomodar com o sol (que provoca feridas, bolhas e inchaços), devem ser protegidas de ácaros e acúmulo de poeira, podem não aceitar determinados tipos de produto (como o protetor solar) e devem evitar o contato com alguns tipos de metal e outros materiais que podem causar coceiras ou feridas mais graves quando em contato com o corpo por muito tempo. Episódios de stress e de ansiedade ajudam a agravar casos de alergia, além de ser uma das causas para desencadeá-los; portanto, é importante acompanhar episódios de alergia cutânea para ver se é possível relacioná-los momentos de desgaste psicológico.

Alergias alimentares

Ovos, caju, amendoim, nozes, lactose (não confundir com intolerância), chocolate, pimenta, frutos do mar, morangos, glúten. E a lista continua. São muitas as substâncias encontradas em alimentos que podem provocar algum tipo de alergia. A maioria provoca indigestão, podendo afetar estômago ou intestinos. Mas há casos em que a alergia é sentida na pele, em geral em forma de urticária. Inchaços na boca e língua podem ocorrer também, em especial em casos mais graves que devem ser cuidados imediatamente. Por volta de 10% das crianças possuem alergias alimentares (variando de país para país), mas esse índice cai para 5% ou menos em adultos.

Alergias a animais

Proteínas presentes na saliva do gato, por exemplo, são fatores alergênicos que são espalhados pela pelagem dos felinos. Cachorros e outros animais domésticos também podem causar alergias. Porém, em geral, as mais perigosas são as de insetos, como de abelhas e vespas, que podem provocar problemas respiratórios e, em casos sérios, levam à morte. Outras mais suaves, digamos, são às picadas de mosquitos, que provocam inchaço, vermelhidão e coceira, podendo ser espalhadas para outras regiões do corpo conforme a pessoa se coça para aliviar os sintomas.

Alergias medicamentosas

Esse tipo de alergia não pode ser confundida com uma reação adversa qualquer, já que a alergia é uma resposta específica do sistema imunológico. Coceiras, inchaços e outras manifestações cutâneas são a forma como geralmente essas alergias se manifestam. Caso o paciente saiba que tem alergia a algum composto presente em medicamentos, ele deve sempre informar ao seu médico, não podendo em hipótese alguma submeter-se a um tratamento que lhe possa ser prejudicial.

Alergias: o que são, o que as causam e quais são seus riscos?

A alergia é um problema cada vez mais frequente nas sociedades contemporâneas, sendo considerada uma grande preocupação especialmente em países desenvolvidos ocidentais. Quem mora em uma cidade grande, como São Paulo, sabe como o próprio ar pode ser prejudicial para quem sofre, por exemplo, de rinite alérgica. Já quem mora no litoral deve conhecer alguém que não pode se deliciar de iguarias marítimas por conta de sua alergia. Mas afinal, o que é uma alergia, por que ela existe e o que pode causá-la? São essas perguntas que procuramos responder a seguir.

 

O que é?

Um processo alérgico ocorre quando o sistema imunológico de um indivíduo reage de forma anormal a alguma substância. Essa substância, chamada de alergênica, pode desencadear uma reação alérgica ao ser inalada, ingerida ou tocada, o que pode variar. Então, quando as células do sistema imunológico do alérgico entram em contato com tal substância, elas reagem de maneira indevida e provocam uma resposta no corpo, que é a alergia. Essa resposta pode ser coriza, vermelhidão nos olhos, coceira, inchaço, vômito, diarreia, entre outros sintomas.

 

O que pode causar alergia?

Muitas substâncias diferentes podem causar alergia. Entre as mais conhecidas estão o pólen, ácaros, pelos de animais (como gatos), picadas de animais (como de vespas) e alimentos como amendoim, pimenta e frutos de mar. Remédios também podem ser causadores de alergia por conta de algum de seus componentes. Lactose e glúten, recentemente, estão chamando a atenção por novos casos de alergia que têm surgido em crianças e adultos. Ovos e até farinha também podem desencadear reações alérgicas. E, por fim, o látex, tão comum em nosso dia a dia, não escapa e é sinônimo de problema para algumas pessoas.

 

Como se desenvolve uma alergia?

Fatores genéticos são importantes. Alguns tipos de alergia podem ser transmitidos hereditariamente. Ter o pai ou a mãe com alguma alergia faz com que o filho tenha 50% de chance também de ser alérgico, enquanto que se os dois tiverem uma alergia, o filho já tem chances de 80% de se tornar alérgico também. Porém, é possível que uma alergia herdada demore a se manifestar, podendo apresentar seus sinais somente se o indivíduo acabar expondo-se demais ao alergênico.

Mesmo assim, pode ser que uma pessoa demora anos para desenvolver uma alergia. É possível que durante toda a sua vida, um indivíduo não tenha jamais tido alergia a glúten, por exemplo, mas, por excesso de exposição ao longo dos anos, de repente seu corpo passa a não mais reagir bem à substância. Na realidade, o estilo de vida atual contribui para criar pessoas mais alérgicas. Excesso de comida industrializada e poucos vegetais enfraquecem a imunidade da pessoa e expõem demais os organismos a substâncias pouco saudáveis e que o corpo pode passar a rejeitar; o sedentarismo também é um motivo, uma vez que praticar exercícios mantém o sistema imunológico funcionando propriamente.

 

Quais são os riscos de uma alergia?

O principal risco de uma alergia é sofrer um choque anafilático. Chamada também de anafilaxia, essa reação alérgica é a mais grave que se pode ter, atingindo todo o organismo. Picadas de vespa ou amendoins, por exemplo, podem provocar um choque anafilático, dificultando a respiração, que pode levar a perda de consciência e até a morte, caso não seja tratada imediatamente.