Câncer de mama: 2 milhões de casos identificados anualmente no Brasil

O câncer de mama é um problema que merece atenção de todos, mas principalmente das mulheres. É exatamente no Outubro Rosa, mês da campanha de conscientização sobre a doença, que o espaço se amplia e mais pessoas passam a conhecer e entender a enfermidade que atinge anualmente mais de 2 milhões de pessoas no Brasil.

Separamos no artigo de hoje os principais pontos sobre o câncer de mama, como prevenção, sintomas, identificação e tratamento. É importante relembrar que, apesar de raro, homens podem desenvolver o câncer de mama e devem também ficar atentos aos sinais do corpo.

 

Os sintomas do câncer de mama

O nódulo em si é um sinal do início do câncer, o começo da possível doença. É exatamente neste período em que os médicos consideram importante o diagnóstico. Além disso, o tratamento é eficaz numa fase que o câncer pode ser totalmente curável. Claro, nem todo o nódulo na região mamária significa um câncer.

Além do nódulo, outros sinais da doença são comuns no corpo. É importante ficar atenta (o)

 

Tamanho e formato da mama

Quando um tumor está se desenvolvendo é normal que qualquer área afetada apresente alterações. No caso do câncer de mama, a mulher pode perceber uma certa deformidade na região. O tecido mamário pode se retrair ou até mesmo apresentar algum inchaço na região. É nessas horas que vemos a importância da pessoa conhecer e sentir o próprio corpo. Mudanças assim são facilmente percebidos a partir desse autoconhecimento.

 

Dor ou vermelhidão

Um processo inflamatório é conhecido também pela dor, calor ou até vermelhidão de uma determinada região. Quando o nódulo começa a crescer, alguns sintomas desses podem surgir. É importante ficar atenta aos sinais que o corpo está dando.

 

A pele na região da mama

Outro dois sinais comuns em pessoas diagnosticadas com câncer de mama é a pele da mama, que ganha outra textura, e a formação de feridas nos mamilos. Essas mudanças ocorrem a partir do surgimento do câncer e são reações do próprio organismo na luta contra a doença.

 

A coceira também é um sintoma

A coceira também pode acontecer na tentativa do câncer se desenvolver. É comum este sintoma no câncer de mama quando ele não consegue penetrar na região mamária e, portanto, busca exteriorização.

 

Sangue ou secreção no mamilo

Tanto a secreção quanto o sangue podem ser expelidos pela mama e isso pode significar basicamente que o tumor está em uma região dos ductos mamários.

 

Nódulos e inchaço também nas axilas

No estágio mais avançado da doença, o câncer de mama pode se apresentar por meio da produção de nódulos, causando inchaço, nas axilas, fugindo assim pelos próprios gânglios linfáticos. Independentemente do grau dos sintomas, é importante buscar o médico imediatamente!

 

Como identificar câncer de mama?

Perceber os sintomas acima já é um processo inicial de identificação, porém é preciso ir ao médico para que ele peça os exames e, confirmando a doença, inicie o tratamento mais adequado.

A mamografia, exame mais conhecido entre as mulheres, mostra se há ou não alterações na região das mamas. É indicado fazer este tipo de exame pelo menos uma vez ao ano, aumentando assim as chances de um diagnóstico precoce e, consequentemente, de um tratamento com plena cura.

Entretanto, há outros exames que servem como instrumento para confirmar se há ou não câncer de mama.

O exame de toque, o mesmo que a mulher pode fazer em casa, é feito também pelo médico antes mesmo da tomografia, quando há alguma suspeita. Essa exame inicial é padrão e a maioria dos médicos realizam.

O exame de sangue também auxilia no diagnóstico do câncer de mama. O tipo de exame precisa ser completo, incluir os marcadores tumorais, que normalmente apontam índices mais elevados quando há o desenvolvimento de algum tipo de câncer.  

O ultrassom também pode ser pedido para confirmar o câncer de mama. Ele é indicado para diagnosticar pontos mais específicos da mama, pois o aparelho não dá uma imagem ampla e completa do tecido mamário.

A ressonância magnética é mais um instrumento do médico, este indicado normalmente após alguma suspeita no exame de mamografia ou ultrassom. O médico pede o exame para, além de confirmar a doença, identificar o tamanho do câncer e até as possíveis partes do corpo que podem ser atingidas.

A biópsia da mama também é importante para o médico. Mais do que confirmar a doença, o exame traz detalhes pontuais do tipo da enfermidade presente no corpo da mulher. O exame é feito com amostras retiradas das lesões na mama, pequenos fragmentos do nódulo que depois são verificados em laboratório.

Um exame mais avançado é o FISH, usado logo após a biópsia e que vai ajudar o médico a decidir o melhor tratamento para eliminar o câncer de mama. Esse exame é bem específico e revela os genes presentes nas células cancerígenas.

Todos esses exames devem ser indicados por um médico de confiança e devem ser realizados em laboratórios autorizados pelos órgãos nacionais responsáveis pelo setor da saúde. Lembre-se que o autoexame é fundamental também no cotidiano!

 

Como prevenir câncer de mama

A partir dos 40 anos a prevenção do câncer de mama deve ser contínua. Além do autoexame, é importante anualmente realizar a mamografia e visitar o mastologista, médico especialista em glândulas mamárias.

Não há remédios ou tratamentos, comprovados cientificamente, indicados para prevenir o câncer de mama. O que se pode fazer de fato é optar por uma vida saudável e equilibrada, o que já é considerado fundamental para diminuir as chances de desenvolver também outras doenças.

O mais importante neste caso é o diagnóstico precoce, o que já vimos que aumenta significativamente as chances de cura plena do câncer de mama. Aliás, a boa notícia é que o câncer de mama tem cura e seguir as recomendações do médico é fundamental para alcançar esse resultado positivo.

 

Por que amamentar previne câncer de mama?

Alguns estudos estão sendo apresentados nos últimos anos sobre o câncer de mama. Um deles, feito por cientistas do Centro de Pesquisas para o Câncer da Grã-Bretanha, revelou que amamentar reduz os riscos de desenvolver a enfermidade.

O estudo detectou que o aleitamento materno está totalmente relacionado ao câncer de mama. O aumento nas taxas de natalidade em países mais pobres e o aumento da doença em países mais ricos, onde as mulheres possuem uma quantidade bem mais baixa de nascimento, deram o caminho para a pesquisa. Tudo isso comprovou que amamentar realmente pode ajudar a prevenir o câncer de mama.

Além disso,  é importante tomar cuidado com a obesidade, tabagismo, alcoolismo, entre outros hábitos que, comprovadamente, destróem o corpo ao longo do tempo.

 

Anticoncepcional e câncer de mama

Há estudos que divergem da resposta. Mas, um dos estudos mais recentes foi feito por pesquisadores do National Cancer Institute, dos Estados Unidos, que encontram uma ligação forte entre um tipo de hormônio com o aumento de câncer de mama.

De acordo com o levantamento, as pílulas anticoncepcionais com alta ou média dosagem de estrogênio aumentam os riscos de desenvolver o câncer de mama em 2,7 e 1,6 vezes, respectivamente. O contrário, as pílulas com baixa dose de estrogênio, não apresentaram riscos de desenvolvimento do câncer de mama.

Outro mito comum sobre o câncer de mama é o uso de sutiã. Não há nada cientificamente que comprove a ligação do acessório com o desenvolvimento da doença. Portanto, pode usar o sutiã e considere apenas alguns cuidados para não machucar a região. Converse com o ginecologista e lembre-se que o cuidado com o corpo pode começar desde cedo, o que também ajuda evitar doenças no futuro.

 

O processo de tratamento do câncer de mama

O tratamento do câncer de mama é amplo e vai além da radio ou da quimioterapia. Há outros elementos importantes nesta fase da vida, inclusive o psicológico.  Muitas mulheres lidam com coragem e vencem a doença. Outras, precisam de um apoio maior e um acompanhamento de um especialista.

Durante os cuidados no combate ao câncer, as pessoas naturalmente ficam com dúvidas sobre o que podem ou não fazer durante o procedimento. A verdade é que restrições podem variar de acordo com cada paciente, porém detalhamos aqui alguns pontos importantes.

O tratamento possui efeito colateral e o período de descanso do corpo é fundamental. Mesmo assim, o paciente pode praticar atividade física, mas é indicado fazer uma consulta com o cardiologista para verificar as condições.

Se a alimentação saudável previne doenças, durante o tratamento é ideal repor as energias com comidas equilibradas, indicadas no período de tratamento.

O sexo é outro grande tabu para a mulher que luta contra o câncer de mama. Os seios são símbolos femininos e, para muitas mulheres, fundamental para o prazer e a relação sexual. É importante aqui que a mulher e o parceiro (a) conversem sobre o assunto, que exponham seus medos e angústias. O respeito é sempre bem-vindo, mais ainda nesta fase da vida. Lembre- que aos poucos, com aceitação, o parceiro (a) pode estimular o outro (a) a se redescobrir sexualmente, vencendo os receios e medos.

 

Outubro Rosa: A importância do diagnóstico precoce do câncer de mama

Outubro rosa é uma das campanhas de saúde mais conhecidas no mundo todo. Essa repercussão é mais que positiva e revela o envolvimento de diferentes esferas, governamentais ou não, na luta contra o câncer de mama e na importância do diagnóstico precoce desta doença. Mas o que você sabe desta campanha e sobre essa doença que, segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), deve atingir a marca de 600 mil casos até o final deste ano?

O assunto é sério e precisa da sua atenção, seja você jovem, adulta ou da terceira idade. Todos precisam conhecer mais detalhes sobre este problema sério. Alguns casos avançados da doença são diagnosticados sem qualquer autoexame, o que às vezes pode adiar a cura do problema e diminuir as chances de um tratamento eficaz. O número de casos citados acima é uma previsão do próprio INCA feita no final de 2015 com prazo para o final deste ano. Além deste números, outros dão uma noção exata do mapa da doença e reforçam o objetivo da campanha: a conscientização.

Outubro Rosa e o Câncer de Mama

O dia 19 de Outubro é o Dia Internacional do Câncer de Mama. É nesta data que muitos países do mundo, inclusive o Brasil, realizam ações para alertar sobre a doença e lembrar da importância do diagnóstico precoce, aumentando assim as chances de um tratamento eficaz. Só para se ter uma noção, o câncer de mama é o tipo de câncer que mais mata mulheres no mundo todo, segundo os dados de 2012 da Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer.

Justamente para mudar as estatísticas é que a campanha mundial do Outubro Rosa cresce em diferentes regiões e fala da importância do acompanhamento médico e do autoconhecimento sobre o corpo.

 

A importância do autoexame

A campanha Outubro Rosa tem como objetivo reforçar a importância do autoexame. Um levantamento feito pelo INCA aponta que 66,2% dos casos de câncer de mama são descobertos pelos próprios pacientes que notaram algum tipo de mudança na região dos seios. Esse cuidado é fundamental!

 

Depois do autoexame, quando percebido algum nódulo, é importante procurar um médico imediatamente para realizar os exames necessários para identificar a alteração, confirmando ou não o câncer. Outro ponto crucial é o paciente seguir as orientações do médico durante todo o tratamento.

Caso o paciente não consiga identificar a alteração, o ideal é procurar um médico para verificação da região, se há ou não qualquer sinal da doença.O especialista certamente indicará a mamografia para verificar se há ou não algum tipo de câncer na região dos seios.

O principal exame para diagnosticar o câncer de mama

A ida ao médico para a prevenção do câncer de mama é fundamental. Mesmo sem suspeitas, as mulheres devem realizar anualmente o exame mamográfico, indicado principalmente para as mulheres entre 40 e 69 anos de idade.

A mamografia é um exame que avalia as mamas. O equipamento é igual ao do raio-X e é chamado de mamógrafo. O exame tem a capacidade de verificar se há lesões e até cânceres na região. O procedimento normalmente é agendado e demora cerca de uns 15 minutos, entre o tempo do paciente se arrumar, o exame ser feito e o médico finalizar o atendimento.

Na hora de fazer o exame a mulher precisará colocar um avental apropriado para este momento. O indicado é remover qualquer item ou acessório que possa interferir no exame, na produção da imagem radiográfica. Aliás, é sempre indicado que a mulher use uma roupa leve para facilitar a troca de vestimenta e para não incomodar as mamas no período pós-exame.

Já com o avental, a mulher fará o exame em pé. O raio-x é feito em cada mama, pelo menos uma vez. Os seios são comprimidos firmemente entre duas placas com o objetivo de distribuir todo o tecido mamário, facilitando assim a imagem e, consequentemente, o diagnóstico. O exame naturalmente incomoda a mulher, mas jamais deve machucar a região.

É normal também quando o exame precisa ser refeito em alguns casos. As imagens capturadas são analisadas rapidamente pelo profissional que está fazendo o exame e, se ele julgar necessário a partir de alguma alteração suspeita, orientará a repetição do exame para uma ampliação detalhada de determinada região da mama.

A repetição do exame não significa que a paciente está com câncer, mas sim que o exame está sendo feito com atenção e dedicação. Quando há dúvida ou se percebe uma alteração, o melhor é verificar todas as possibilidades para que o médico que acompanha o caso verifique e inicie o tratamento, independentemente do tipo da doença.

Os resultados do exame variam de dois a sete dias para ficarem prontos, dependendo do local onde foi realizado o exame.

 

Como surgiu o Outubro Rosa

A campanha surgiu como resposta do primeiro ato realizado em Nova York, numa corrida pela cura em 1990, que acontece até hoje. Mas, foi só em 1997 que a campanha ganhou uma proporção ainda maior. Entidades que tratam sobre o tema iniciaram atividades voltadas ao diagnóstico e conscientização sobre a doença em Yuba e Lodi, cidades também dos Estados Unidos.

Aqui no Brasil a campanha completa 15 anos. Não há um evento específico que deu início ao movimento de conscientização aqui no País, mas o que se sabe é que o primeiro sinal da campanha surgiu em outubro de 2002. O primeiro monumento a receber a cor rosa, símbolo da campanha, foi o Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo.

A campanha passou a ganhar força a partir de outubro de 2008, quando várias cidades brasileiras passaram a iluminar pontos importantes da cidade com a luz rosa, como pontos turísticos e prédios públicos.

 

Câncer de Mama também pode atingir homens

Apesar da campanha Outubro Rosa utilizar a cor para identificar um problema que ocorre mais nas mulheres, o câncer de mama também pode afetar homens. Pode ser raro, mas não é impossível que o câncer se desenvolva.

De acordo com dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), os homens representam 1% do total de casos de câncer de mama no País. Além disso, apesar de raro, o câncer pode se desenvolver a partir dos 50 anos. Portanto, os homens também precisam ficar atentos.

 

Como participar do outubro Rosa?

A melhor forma de participar da campanha do Outubro Rosa é alertando familiares e amigos sobre o problema e também indo ao médico para um acompanhamento de rotina. Uma boa conversa com todos, principalmente com as mulheres, pode incentivar uma visita ao médico ou até mesmo um autoexame. Já vimos aqui o quanto é importante um diagnóstico da doença logo no começo e como isso pode influenciar no sucesso do tratamento.

Outras ações podem também alertas as pessoas, como a iluminação rosa, o que sempre fazemos aqui na Clínica, o uso do símbolo da campanha, o laço rosa, e até mesmo o compartilhamento de informações importantes da campanha e da doença nas redes sociais, como este artigo esclarecedor sobre o tema.

Urologista: um especialista para ambos sexo e que trata pontos importantes do sistema urinário

Você sabe o que faz um urologista? A princípio muitas pessoas confundem e acreditam que este profissional especializado trata apenas a região genital masculina. A verdade é que este médico estuda profundamente o sistema urinário de homens e também das mulheres e vai muito além do atendimento exclusivo para eles. Vamos ver neste artigo as formas de atuação do médico e nos tipos de tratamentos e doenças em que ele normalmente atua.

 

Urologista não é médico só para homens?

Não. O que torna o urologista mais voltado para homem são alguns conhecimentos mais específicos de alguns pontos do corpo masculino. Este médico estuda sobre detalhes importantes do sistema reprodutor do homem, como pênis, testículos, vesículas e próstata. Porém, no seu processo de formação, há também aprofundamento sobre regiões como rins, ureteres, a bexiga urinária, o que faz com que o profissional acompanhe também o sistema feminino.

O médico urologista tem a especialização com residência médica em cirurgia geral e urologia. São cerca de 11 anos estudando de treinamento para oferecer tratamento clínico (através de consulta, prevenção e medicamentos) e cirúrgico (através de operações e procedimentos) dos problemas relacionados ao sistema urinário e genital.

 

Quando a mulher deve procurar um urologista?

A mulher pode e deve procurar o urologista quando apresentar problemas no sistema urinário, como infecção e incontinência, principalmente se for algo recorrente. Ao contrário do que se imagina, o ginecologista até atende e cuida, mas o indicado é que o urologista cuide, busque acompanhar e diagnosticar o problema.

 

Por que ir ao urologista?

É indicado ir ao urologista, assim como em outras especialidades, uma vez ao ano, aumentando esses encontros a partir dos 40 anos. Esse acompanhamento preventivo ajuda a diagnosticar mais cedo qualquer problema de saúde que possa surgir na região do sistema urinário.

Além do encontro anual, existem algumas situações específicas em que esse especialista é procurado fora desse período. Sinais como inflamação, infecção e até tumores podem levar o homem ou a mulher a procurar o especialista. A partir de um primeiro encontro, o médico ouve as queixas do paciente, analisa os sinais e, posteriormente e se preciso, avança com pedido de exames e identifica o melhor tratamento.

 

 

Exames que podem ser indicados ou executados  pelo urologista

Associar o urologista ao exame de próstata pode até ser comum, mas a verdade é que o médico indica outros exames importantes para detectar ou acompanhar regiões específicas do corpo do homem.

 

Autoexame testicular: O urologista pode indicar ao paciente um procedimento autoaplicável, que pode ser feito por ele mesmo durante o banho. Tocando os testículos, o homem pode perceber se há algum nódulo ou qualquer outro sinal diferente do que está acostumado.

 

Exames de sangue: O médico também pode pedir exame de sangue para verificar a quantidade de glicose, colesterol, ácido úrico, hormônios e outros índices que são importantes e podem dar sinais de alteração no corpo.

 

Exame de próstata: O mais conhecido exame masculino é o da próstata. Porém, qualquer homem deve fazer o exame que é simples e pode realmente salvar a vida do paciente, tendo em vista que o médico analisa possível aumento da próstata. Havendo alteração, o urologista pede outros exames para identificar o problema e indicar o tratamento a partir do diagnóstico confirmado.

 

Exame de urina: É pela urina eliminada que o exame consegue detectar a presença de qualquer elemento anormal, o que chamamos de sedimentos. O exame deste tipo identifica doenças em regiões como os rins.

 

 

Urologista trata ejaculação precoce

A ejaculação precoce é um problema comum na vida de muitos homens. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, estima-se que 40% da população masculina brasileira sofra com este mal. Ou seja, um em cada quatro homens sofre com isso.

O urologista é o médico especializado para resolver este problema. O homem que vive com ejaculação precoce apresenta alguns sintomas comuns, mas principalmente a insatisfação sexual envolvendo, inclusive, a (o) parceira (o).

A ansiedade é considerada a principal causa deste problema, mas o médico urologista vai analisar possíveis causas naturais ou físicas antes de começar o tratamento para resolver o problema. Serotonina desregulada, prostatite, hipersensibilidade e até problemas relacionados à tireóide podem causar a ejaculação precoce.

A partir de exames e análises, o médico dá o diagnóstico e estabelece o melhor tratamento para resolver o problema, envolvendo ou não outros profissionais, como acompanhamento psicológico para lidar com a ansiedade, se for o caso.

 

Urologista realiza a vasectomia

O urologista é o profissional que realiza o procedimento cirúrgico da vasectomia, indicado para quem não deseja ter mais filhos. Essa cirurgia é uma intervenção simples e não demora muito, aproximadamente 20 minutos.

Muitos homens têm receio de fazer a cirurgia, porém poucos levam suas dúvidas para dentro do consultório. Esse impasse causa ainda muitos mitos sobre o procedimento que é simples, rápido e definitivo.

A cirurgia pode ser feita com anestesia local, como ou sem sedação. Os canais por onde transitam os espermatozóides até a próstata (glândula que produzem o líquido seminal propriamente dito), são seccionados. Em si, a ejaculação continuará ocorrendo e normalmente, com mesmo aspecto e quantidade, porém sem os espermatozóides.

A recuperação deve ser feita com cuidado. Naturalmente o homem sente um desconforto nos pequenos movimentos, como sentar. O ideal é seguir as orientações do médico nesta fase pós-cirurgia.

O urologista indica a manutenção da contracepção pelos próximos 3 meses após a cirurgia. Esse período é considerado importante, já que espermatozóides vivos podem ainda estar presentes no trajeto operado. Para confirmar a eficiência do procedimento, solicita-se  um espermograma ao paciente ao término deste período, antes de se liberar as relações sexuais sem uso de outros métodos contraceptivos.

O procedimento não interfere na atividade sexual do homem. Muitos pacientes ficam com receio de impotência ou até mesmo diminuição do prazer, mas não há relação alguma com o ato cirúrgico.

 

Impotência sexual na maturidade

O acompanhamento com o urologista após os 45 anos é indispensável para quem quer manter a saúde e até ter uma vida sexual ativa na melhor fase da vida. A disfunção erétil é um fantasma nesta fase, mas pode ser diagnosticada e tratada com o médico especializado no assunto.

O tratamento da disfunção erétil é realizado a partir do diagnóstico do problema, da descoberta da causa. A partir daí é que o médico indica a forma de tratamento e quais os remédios deverão ser usados.

 

Homens jovens devem fazer acompanhamento com urologista?

Assim como a menina inicia o acompanhamento com o ginecologista, o menino também deve iniciar seu acompanhamento com o urologista. Desde cedo a criança pode ser acompanhada por diferentes especialistas, tratando-se do desenvolvimento do órgão genital, este é o profissional que vai examinar e diagnosticar qualquer problema de saúde no sistema reprodutor masculino.

Lembre-se que iniciar esse seguimento desde cedo, tornará a visita ao médico um hábito saudável e importante na fase adulta. Vale lembrar que o acompanhamento médico é fundamental, principalmente para prevenir doenças. O diagnóstico rápido de qualquer doença pode aumentar significativamente as chances de cura. Portanto, não deixe de visitar este especialista pelo menos uma vez ao ano.

 

Ácido úrico alto: Entenda os riscos para a saúde quando a substância está em excesso no corpo

O ácido úrico alto pode representar um risco à saúde quando ele está excesso, mas o que poucos sabem é como ocorre esse desequilíbrio da substância no corpo e o que pode acontecer a partir disso, as consequências como um todo na saúde. Separamos aqui algumas informações esclarecedoras e pontuais para você entender o que fazer quando o ácido úrico está alto.

Todas as pessoas possuem ácido úrico no sangue, mas em níveis baixos. O problema começa mesmo quando o organismo não consegue expelir, passando a acumular o ácido e, com o tempo, facilitando o surgimento de doenças como cálculos renais e gota. É neste momento que o médico se faz necessário, inclusive para entender as causas e estabelecer um tratamento eficaz.

 

O ácido úrico alto no organismo

O próprio organismo produz o ácido úrico a partir da quebra das moléculas de purina, que é uma proteína presente em alimentos como carne, feijão ou marisco. Esse rompimento da proteína acontece por conta da xantina oxidase, uma enzima responsável por catalisar a proteína no processo de digestão. Podemos dizer que esse ácido é feito para auxiliar a remoção do que não serve para o corpo. Na prática, o organismo envia para o rim filtrar e eliminar a substância, o que naturalmente ocorre pela urina.

Em si, o ácido úrico não causa problema de saúde. O acúmulo dele sim traz uma série de malefícios, inclusive para quem já tem problema renal, que nesta situação pode se acumular nos próprios tecidos e dar origem a uma doença articular chamada “gota”, provocando inflamação, dores fortes e até mesmo deformidades nas articulações. Tratamos desses problemas mais adiante no texto!

 

Fatores que colaboram para o ácido úrico alto

Além da alimentação rica em purina, existem outros fatores que colaboram para que o indivíduo tenha ácido úrico alto no sangue. Os riscos são maiores para pessoas que já possuem casos na família, além de indivíduos que consomem excessivamente álcool, ou seja obeso ou tenha sobrepeso, hipertensão, síndrome metabólica, insuficiência renal, entre outros.

 

Os sintomas do excesso de ácido úrico

Antes de falar dos sintomas do excesso de ácido úrico, vale lembrar que nem todo mundo apresenta esses sinais, o que chamamos de casos assintomáticos, e por isso mesmo é tão importante um acompanhamento completo de exames periodicamente, assim fica mais acompanhar e tratar da saúde, caso seja preciso.

Em relação aos sintomas, vale lembrar que o maior deles é dor nas articulações, que normalmente apresentam inchaço e uma vermelhidão na mesma região. Quase sempre as dores são intensas principalmente nos pés, joelhos, tornozelos, calcanhares e cotovelos. É normal o médico pedir, a partir desses sintomas, o exame de sangue ou urina para confirmar se há ou não excesso de ácido úrico.

Vale reforçar que a ausência de tratamento médico pode causar problemas maiores no futuro. Quem mantém o ácido úrico alto corre sério risco de sofrer com crises intensas, bem como até causar a destruição óssea das articulações. Alguns danos também podem ser irreversíveis.

 

O alto nível de ácido úrico e a gota

Muitas pessoas confundem “ácido úrico elevado” com “gota”. Apesar de serem condições relacionadas entre sim, elas não são a mesma coisa!

A gota é uma doença articular, que resulta do excesso do ácido úrico no sangue durante longo tempo, que leva a um depósito de ácido úrico no interior das articulações. Isso significa que, nem sempre uma pessoa com ácido úrico elevado tem gota. No entanto, todos os pacientes que apresentam gota, possuem níveis altos de ácido úrico.

A gota aguda é quando ocorre uma crise repentina e a região apresenta inchaço, uma vermelhidão, além de muita dor. Quando isso ocorre, é preciso concentrar os esforços no combate à inflamação e à dor, sem grande preocupação como os níveis de ácido úrico. Já na gota crônica, temos cristais de ácido úrico acumulados nas articulações sem grande inflamação, e portanto, sem muita dor. No entanto, esses depósitos costumam ser difíceis de tratar, e muitas vezes, levam a deformidades definitivas nas articulações. Todos os esforços para redução no ácido úrico devem ser aplicados justamente para se evitar esse tipo de situação.

Além de se depositar nas articulações, o ácido úrico pode se acumular no interior de órgãos como os rins, levando a cálculos renais, insuficiência renal e hipertensão arterial. É importante lembrar que, principalmente nos jovens e em casos iniciais de elevação de ácido úrico, pode ocorrer a ausência completa de sinais e sintomas, chamando bastante nossa atenção para a importância de uma avaliação médica rotineira.

 

Como diagnosticar o aumento do ácido úrico?

O excesso de ácido úrico pode ser confirmado a partir de dois exames: o exame de sangue simples e análise de urina de 24 horas. Desta forma, como estes exames são necessários para o diagnóstico, somente o médico pode determinar se a pessoa está ou não diante de uma situação de aumento do ácido úrico. Existem valores referenciais distintos para cada um para confirmar se o índice da substância está alto ou não:

Valor referencial no exame de urina de 24 horas: Homem e mulher: 0,24 – 0,75 g/dia.

Valor referencial no exame de sangue: Mulher 2,4 – 6,0 mg/dL e Homem 3,4 – 7,0 mg/dL

 

Dieta para ácido úrico alto

Quando o ácido úrico está alto, o melhor caminho é repensar a alimentação. O equilíbrio na hora de comer vai contar bastante para que a pessoa consiga ajudar o organismo a trabalhar de forma a não acumular ácido úrico. Confira alguns alimentos importantes para ajudar a diminuir o ácido úrico alto:

 

  1. a) Alcachofra

A alcachofra é uma verdura diurética importante na alimentação de quem sofre com ácido úrico alto. Ela é rica em minerais, antioxidantes e vitaminas, ajuda a evitar a retenção de líquido.

 

  1. b) Cenoura

A cenoura é outro alimento importante para quem apresenta ácido úrico alto. Com um efeito alcalinizante, a cenoura ajuda a eliminar as purinas e os cristais das articulações. É um alimento indispensável, tanto crua quanto cozida, para quem está enfrentando o problema.

 

  1. c) Laranja e limão

Outra dica de como baixar ácido úrico alto é apostar em duas frutas importantes: limão e laranja. O limão já é considerado um importante aliado para quem deseja desintoxicar o corpo e, neste processo, pode ter um efeito importante, ajudando a “limpar” o excesso de ácido úrico.

 

  1. d) Gengibre

O gengibre é um potente anti-inflamatório natural e por isso é tão indicado para auxiliar no tratamento contra o ácido úrico alto. Além disso, o alimento também ajuda a acelerar o metabolismo.

 

Ajustar a dieta é, sem dúvida alguma, a melhor e mais simples forma de combater a elevação da ácido úrico. Acompanhamento médico e nutricional são indispensáveis para uma recuperação eficaz. Abaixo, discutimos alguns pontos importantes, além de citar os principais remédios para tratar o ácido úrico alto.

 

Como se trata a elevação do ácido úrico?

O tratamento correto envolve, além de uma dieta equilibrada, o uso de medicamentos. Vale mencionar que, além das dicas nutricionais acima, é importante modificar alguns hábitos, como diminuir a ingestão de bebidas alcoólicas e de alimentos industrializados. A orientação  mais importante é o controle na ingesta de proteínas de origem animal – em especial a carne vermelha – que são as principais fontes de purinas. Nos casos em que o emprego de medicação se faz necessário, usa-se com muita frequência o alopurinol, a colchicina e ao anti-inflamatórios.

 

Uma dica importante e simples vai ajudar a amenizar o inchaço e a dor. O uso de água corrente e temperatura ambiente alivia esses dois sintomas comuns na crise. Cuidado com movimentos bruscos!

Longe de substituir o olhar clínico e capacitado do médico, as informações aqui mostram como o tema é complexo e que cabe ao paciente entender o que está ocorrendo e saber que há tratamento específico para resolver o problema. Siga sempre a orientação do seu médico, inclusive o tempo de tratamento e repouso quando indicado. Todo cuidado é bem-vindo!

Sinusite: Entenda mais sobre a doença e descubra como é feito o tratamento

A sinusite é uma doença silenciosa até que seus sintomas passem a “gritar” no nosso corpo. Muita gente descobre a doença a partir dos sinais realçados, como dores de cabeça forte, febre e até tonturas. Se você chegou até aqui, certamente quer entender tudo sobre a doença e, principalmente, como amenizar os sintomas que, por muitas vezes, são realmente insuportáveis.

 

Entendendo o que é a sinusite

A sinusite é uma inflamação que ocorre na região da face, bem mais precisamente na área dos seios paranasais. Esse congestionamento atinge a mucosa nasal, atrapalhando inclusive a respiração. Normalmente, a sinusite ocorre quando algo atrapalha o fluxo de secreção e, consequentemente, fica estacionada na região dos seios paranasais.

 

As causas da sinusite

Só o médico pode precisar a origem da sua sinusite, porém é possível afirmar que algumas causas são bem comuns em diversos pacientes. Bactérias, fungos, vírus e até rinite alérgica são fatores que causam o congestionamento da secreção.

Além disso, a medicina já considera causas da doença:  poeira, choque térmico e até mesmo exposições a agentes químicos. Essas situações podem provocar a sinusite. Em casos extremos e raros, a sinusite pode ser causada também por tumores próximos a região. Mesmo com tantos fatores, o ideal não é o paciente se preocupar com a causa antes da constatação do médico.

As pessoas que já tiveram a sinusite uma vez reconhecem facilmente os sintomas da doença no corpo. Sendo assim, observando o início da sinusite, o ideal é procurar o médico rapidamente para iniciar os cuidados, esses que são simples e devem ser seguidos rigorosamente pelo paciente. Em casos recorrentes de sinusite, o próprio médico indica exames para encontrar a causa.

Podemos dizer que há dois tipo de sinusite: aguda ou crônica. A diferença entre as duas é basicamente o período de inflamação. Ou seja, a aguda é quando os sintomas estão presentes numa duração máxima de 12 semanas. A crônica é quando a doença ultrapassa esse período sem qualquer resposta ao tratamento.

 

Sintomas da sinusite

Os dois principais sintomas da sinusite são a secreção nasal amarelada e espessa e a “pressão” no rosto, aquela sensação de peso e opacidade, quando a cabeça pesa. Porém, nem todo mundo sente e outros sinais podem revelar um pedido de ajuda ao médico.

A dor de cabeça é algo presente, aliás é comum que ela apareça como um dos primeiros sintomas. Inclusive, muitos pacientes acreditam estar apenas com a leve dor de cabeça e optam, sem indicação, tomar medicamentos para resolver o incômodo. A verdade é que a automedicação, neste caso, só adia o problema.

A situação pode piorar quando a dor se espalha para a região dos olhos, podendo inclusive inchar a região. A dor de garganta também pode incomodar diante da presença da enfermidade.

Outro sintoma comum é a perda do olfato e paladar, perdendo também o apetite. Há casos também de pacientes que relatam tontura e enjoo numa fase mais avançada da doença. Mau hálito e tosse também podem estar acompanhando a sinusite.

A febre acima de 38ºC é um dos principais alertas, lembrando que o paciente deve iniciar imediatamente o tratamento para aliviar os sintomas da sinusite.

 

Alimentos que devem ser evitados

Alguns alimentos devem ser evitados para quem está com sinusite. A doença muitas vezes pode piorar a partir da ingestão de alimentos que promovem a formação de mais muco na região já inflamada.

Quem está sofrendo com a inflamação deve evitar alimentos como derivados de leite (queijo, margarina, entre outros), molho, temperos e alimentos picantes. O ideal é sempre ingerir muito líquido para ajudar na umidificação da região.

 

Alimentos que podem ser consumidos

Se há alimentos que não devem ser consumidos, outros devem para ajudar na recuperação da sinusite. Para quem está diagnosticado com a doença, o indicado é consumir alimentos cozidos, como legumes (chuchu, batata, cenoura, abobrinha e beterraba), folhas verdes (couve, chicória, brócolis e espinafre), grão de bico, soja, cereais (aveia, arroz, linhaça), carnes magras e temperos (cebolinha, gengibre, coentro, salsa e alho). Frutas cozidas e assadas também são saudáveis. Abuse da goiaba, ameixa, pêssego, figo, uva e cereja in natura.

 

Uso de ventilador e ar condicionado pode piorar a sinusite?

Podemos dizer, e não seria exagero, que o indicado é evitar ficar no ambiente ventilado ou umidificado artificialmente, quando usam o ventilador ou o próprio ar condicionado, principalmente em dias com altas temperaturas. Lembre-se que o choque térmico pode piorar a sinusite.

 

Diagnósticos da sinusite

Os médicos possuem alguns diferentes instrumentos para diagnosticar a sinusite. Quem atende esses tipos de caso é o otorrinolaringologista, ou até mesmo o clínico geral. É este profissional que está capacitado para avaliar os sintomas da doença e pedir alguns exames, como: Endoscopia nasal, tomografia computadorizada, recolhimento das secreções nasais e até teste de alergia.

O médico certamente não pede todos os exames de uma única vez e, normalmente, opta por um método que analise e confirme a presença da doença rapidamente para iniciar o tratamento.

 

Tratamento da sinusite

O tratamento da sinusite é bem simples, porém deve ser seguido a risca para não comprometer a recuperação do paciente. A sinusite é tratada a partir da sua causa, por isso é tão importante o médico diagnosticar precisamente os fatores que desencadearam a sinusite.

Normalmente, o tratamento da sinusite se dá por meio de antibióticos, anti-inflamatórios e sintomáticos. O primeiro remédio é indicado apenas para casos de sinusite bacteriana e, no segundo caso, é indicado apenas para aliviar os sintomas, a pressão no rosto e a própria dor de cabeça.

 

Como aliviar os sintomas?

Os sintomas da sinusite podem ser aliviados a partir de alguns cuidados básicos, como lavar, 2 ou 3 vezes por dia, o nariz com o soro fisiológico. Evitar ficar em ambientes secos e fechados também é importante. Evite locais com poeira e fique distante de fumaça. A ingestão de água deve ser feita, pelo menos de 1 a 2 litros de  por dia.

 

Restrições as vacinas existem?

Não existem restrições. Pelo contrário, vacinas contra gripe, por exemplo, devem ser tomadas por pessoas que sofrem constantemente com a sinusite ou qualquer outro problema respiratório. Lembre-se que a gripe pode atrapalhar o escoamento da secreção e provocar a sinusite.

Independentemente, o indicado é sempre perguntar ao médico antes de tomar qualquer vacina. De acordo com o seu caso, ele indicará o que fazer.

 

A sinusite pode ser transmitida? é uma doença grave?

A sinusite não é uma doença contagiosa. Sua formação se dá justamente por doenças como gripes, rinites e bactérias. Porém, ela não é transmissível como tuberculose, por exemplo.

Sobre sua gravidade, é possível dizer que o médico deve indicar o tratamento em poucos dias de sintomas. O paciente que inicia a medicação tem mais chances de amenizar os sintomas rapidamente, sofrendo menos. Agora, toda e qualquer doença quando não cuidada e tratada pontualmente pode sim provocar outros problemas, colocando a vida do paciente em risco.

 

Os cuidados para evitar a sinusite

Alguns cuidados no cotidiano podem evitar o aparecimento da sinusite. Quem sofre com doenças respiratórias precisa redobrar a atenção no período do inverno, quando o clima fica naturalmente mais seco. É bem comum nessa época o aumento de casos de rinite, sinusite, gripes e resfriados. Nesta época do ano, o ideal é evitar ambientes aglomerados e fechados. Outra dica é usar um umidificador de ar em casa, deixando o ambiente melhor para respirar.

No frio, nada de aquecedores de ambiente. Eles podem piorar ainda mais o quadro, sem contar que é no calor que muitas outras doenças se proliferam.

A sinusite não é contagiosa, porém a gripe e resfriado são. O ideal é sempre lavar bem as mãos, principalmente antes das refeições. Um bom álcool gel pode te ajudar a manter as mãos limpas durante todo o dia.

Outra dica para evitar a sinusite ou até aliviar os sintomas, é respirar o vapor do banho quente. O paciente aproveita os minutos em que está debaixo do chuveiro para inalar o vapor. Esse pequeno cuidado já ajuda na expectoração da secreção que está parada e inflamando a região do rosto.

De um modo geral, a sinusite não é um problema difícil de ser resolvido. Portanto, se os sintomas aparecerem, não deixe de consultar um médico. Qualquer doença diagnosticada na fase inicial facilita o tratamento e faz o corpo se recuperar mais rápido.

Endocrinologista: O especialista que trata distúrbios provocados pela ausência ou excesso de hormônios no corpo

O endocrinologista é um médico especializado nas glândulas endócrinas, as responsáveis por produzir hormônios. Muitas pessoas sofrem com alguns problemas aparentemente comuns como obesidade, tireoide, osteoporose, entre outros.

A verdade é que eles podem estar diretamente relacionados à produção (ou ausência) dessas substâncias que regulam o funcionamento do corpo, que equilibram nossas atividades sistemáticas do organismo. É este profissional que trata os distúrbios causados pela alteração hormonal. Vamos entender alguns pontos importantes desta especialidade fundamental para nossa saúde?

 

O que o endocrinologista examina?

Os hormônios são responsáveis pela regulação das funções orgânicas, como numa máquina, onde tudo deve funcionar milimetricamente em sintonia. Ou seja, na prática, glândulas e tecidos liberam substâncias químicas com o objetivo de controlar as funções biológicas do corpo, de promover a saúde e a manutenção do corpo saudável. Apesar de não percebermos, nossa fisiologia funciona em completa sintonia.

O principal objetivo dos hormônios são promover respostas e estímulos dos processos do próprio organismo como o metabolismo, crescimento, circulação sanguínea, respiração, reprodução e temperatura do corpo. Quando algum desses processos é interrompido ou alterado, pode ser não apenas uma doença causada por vírus ou bactéria, mas sim uma disfunção hormonal. É exatamente isso que o endocrinologista vai confirmar a partir de exames e testes.

O médico busca examinar características pontuais desta alteração e a partir desses sinais é que o especialista solicita alguns exames para confirmação da alteração hormonal. Deste ponto em diante, inicia-se um tratamento direcionado para solucionar o problema e promover a saúde do paciente.

 

O endocrinologista vai muito além de tratar a obesidade

É comum o endocrinologista ser associado ao tratamento contra a obesidade, porém este médico vai bem mais além de auxiliar no regulamento dos hormônios responsáveis pela digestão e eliminação de gorduras do corpo. Vamos entender mais abaixo sobre este tratamento específico.

Antes de citarmos alguns exemplos, vamos explicar um pouco sobre a consulta deste médico, o que ele examina e quais as relações com outras especialidades, como a nutrição. Por exemplo, você sabe quando deve procurar um endocrinologista? Quais sinais que o corpo transmite como um alerta para procurar este médico? É sobre esses pequenos detalhes que vamos tratar neste artigo. Conhecimento nunca é demais ainda mais quando falamos em saúde.

 

Como o endocrinologista trata a obesidade

Como falamos da associação do endocrinologista ao tratamento da obesidade, vale tratar do assunto com algumas informações pontuais. O tratamento da obesidade, quando confirmada a disfunção hormonal, se dá por meio de medicamentos que podem controlar a tireoide, caso seja preciso, ou podem servir para auxiliar na diminuição do apetite, na retenção de líquidos, na absorção de gorduras ou até na aceleração do metabolismo.

O médico jamais passa uma simples receita comum para quem deseja emagrecer. Lembrando também que a obesidade pode trazer uma série de outros riscos à saúde, como pressão alta, refluxo esofágico e até tumores de intestino e de vesícula.

 

Quem procurar: endocrinologista ou nutricionista?

Cada profissional atua de forma diferente, ainda que tratem do mesmo assunto. Já vimos até aqui que o endocrinologista é responsável pelo parte do hormônio. A obesidade pode estar relacionada à alteração hormonal. Aqui, o médico indica tratamento e remédios para regulação.

No caso do nutricionista, o profissional está apto a indicar e alinhar o cardápio de acordo com uma série de características do paciente, buscando alimentos que vão atender as necessidades do organismo daquela determinada pessoa. O alimento também é responsável pela saúde do corpo. Portanto, os diferentes especialistas atuam de forma distinta, porém com a finalidade de promover a saúde do paciente.

 

Como é a consulta com o endocrinologista

Normalmente, o caminho para chegar ao endocrinologista é indicado por um clínico geral a partir de uma série de sintomas. Além dos problemas comuns que já citamos e algumas doenças, o endocrinologista também atua com questões pontuais do organismo de um paciente.

O colesterol e triglicerídeos é algo que pode ser analisado pelo endocrinologista. O médico avalia a produção hormonal e como está a relação do paciente com a alimentação, o que influencia muito na capacidade do próprio organismo em produzir os hormônios que o corpo precisa para se manter em dia, regulado. É a via de mão dupla com a relação de hormônios e alimentação saudável.

O crescimento de uma criança ou jovem também é algo a ser analisado por um bom médico especialista na área. A ausência ou o crescimento excessivo também são capazes de alterar a produção de hormônios no corpo e alterar completamente o desenvolvimento do paciente numa fase importante da vida.

Antes de tratar a própria menopausa, o endocrinologista também cuida e acompanha de perto o ciclo da menstruação. É comum que a mulher sofra com alguns distúrbios e alterações no ciclo menstrual, principalmente na juventude.

Outra situação comum e acompanhada por endocrinologista são os distúrbios da puberdade. Algumas crianças desenvolvem mais cedo alguns sinais como pelos pubianos, desenvolvimento das mamas e até aqueles odores comum no período da juventude. Esses casos necessitam de regulação para evitar um efeito dominó.

Pelos excessivos, pressão alta ou baixa e estrias avermelhadas são analisados pelo médico especialista nas glândulas endócrinas, que basicamente podem estar relacionadas a glândula supra-renal.

 

A endocrinologia e o câncer

O endocrinologista também é um dos importantes especialistas no diagnóstico e tratamento do câncer. A enfermidade normalmente une uma equipe interdisciplinar para uma análise profunda e para uma fusão integrada entre diferentes tratamentos com o objetivo de curar e remover completamente a doença.

A alteração ou ausência de produção de hormônios pode facilitar ou dificultar o tratamento, bem como também pode causar a própria doença, como o câncer de tireoide. O endocrinologista é indispensável para auxiliar o corpo na recuperação após o tratamento do câncer.

O alinhamento da produção de hormônios facilita a recuperação do organismo após um tratamento, que normalmente é intenso e deixa o paciente mais vulnerável. Além disso, são os hormônios também que vão trazer o bem-estar e tranquilidade, sensações fundamentais para o psicológico (além do corpo) do paciente.

 

Hormônios são essenciais para o equilíbrio do corpo

Os hormônios são responsáveis pelo alinhamento de todo o sistema biológico. Podemos entender nosso corpo como uma fábrica, onde há diferentes setores e cada colaborador é responsável por fazer a produção sintonizada, com continuidade e linearidade.

Um funcionário que se ausenta de sua função é capaz de quebrar um ciclo inteiro e provocar na fábrica um sistema novo para que se mantenha a produção e diminua o impacto desta ausência sem grandes estragos. O corpo funciona exatamente assim, mas nem sempre ele conquista o equilíbrio diante dessas situações, vivendo uma certa confusão e provocando algumas enfermidades.

A produção de hormônio, quando regulada, traz vantagens pontuais a qualquer pessoa. Uma boa noite de sono, um sistema reprodutor em bom funcionamento, um corpo preparado para lidar com desafios e estresses e até um metabolismo eficiente são benefícios proporcionados pela produção dessas substâncias e absorção delas através das  chamadas células ativas.

 

As doenças causadas pela disfunção hormonal

 

Algumas doenças são causadas justamente pela falta ou excesso de produção de determinados hormônios no corpo. Separamos aqui algumas enfermidades comuns por conta da disfunção hormonal:

 

Diabetes

A insulina é uma importante substância criada pelo pâncreas e regula o nível de açúcar no sangue. Quando deixa de funcionar ou diminui sua produção, o corpo apresenta um nível maior de açúcar, onde então surge a chamada diabetes. Ela é resultado da ausência da insulina no organismo. Dessa disfunção surge então outras complicações como hiperglicemia e hipoglicemia.

 

Tireoide

Outra disfunção hormonal que muitos conhecem ocorre na tireoide. Quando a produção excessiva ou falta de hormônios causa nódulos ou até aumento do pescoço. É normal sentir insônia, nervosismo, perda ou ganho de peso e até alteração na disposição para realizar as atividades do cotidiano. Neste caso pode ocorrer o hipertiroidismo ou hipotiroidismo, entre outros problemas.

 

Andropausa e menopausa

Outra questão comum que leva o paciente ao endocrinologista é o envelhecimento. É comum, até certo ponto, que haja uma disfunção hormonal durante esta etapa da vida e por isso este especialista é tão importante. É o médico que vai orientar a reposição hormonal, como ela deve ser feita e a partir de qual tipo de medicamento ou tratamento.

Tanto o homem quanto a mulher sofrem com essa diminuição na produção de hormônios. Os sinais são vários, já que as mudanças atingem as substâncias como o cortisol, tireóide, testosterona, estrogênio, melatonina, entre outros.

Na andropausa é comum que algumas pessoas sintam cansaço, diminuição da força muscular e até disfunção sexual. No caso da menopausa, a mulher para de menstruar, sente algumas dores pontuais, como nas articulações, suor noturno e ondas de calor repentinas.

Se você ainda tem dúvidas, não deixe de procurar um especialista. Muitos tratamentos devolvem ao paciente sua saúde e bem-estar, principalmente no caso dos hormônios, substâncias que mexem inclusive com o nosso bem-estar, causando mudanças de humor, ansiedade, irritabilidade, entre outras sensações. Quanto mais rápido se descobre a alteração hormonal, mais rápido é possível tratar e reverter o quadro, dependendo do caso.